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Em l0 dias, resposta de Mônaco

A Justiça do Principado de Mônaco já tem em mãos todos os elementos para avaliar se o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, preso desde 15 de setembro, deve ou não ser extraditado para o Brasil. A confirmação de que o dossiê organizado pelo Ministério da Justiça e enviado ao principado via Itamaraty está em poder do Ministério Público e da Direção de Serviços Judiciários do principado foi feita ao ''''Estado'''', na manhã de ontem, por um porta-voz do Ministério do Estado. Na prática, a chegada dos documentos permite ao MP local pedir aos membros do Tribunal de Recursos do país a transferência de Cacciola. A decisão deve sair nos próximos 10 dias.O parecer da Justiça de Mônaco, porém, não é a última etapa do processo. Ele terá de ser homologado pelo príncipe Albert II, chefe de Estado, a quem cabe a decisão. Desde que herdou o trono, em 6 de abril de 2005, o soberano sempre ratificou a avaliação dos magistrados. De qualquer forma, a consulta ao príncipe leva mais uma semana. Pelas indicações do Ministério do Estado, é possível prever que a extradição ocorra por volta de 25 de novembro.Ontem pela manhã, a procuradora-geral de Mônaco, Annie Brunet-Fuster, chegou a declarar que não havia recebido os documentos, mas à tarde confirmou ter recebido o original do mandado de prisão do Supremo Tribunal Federal (STF), expedido em 2000.

O Estadao de S.Paulo

10 de outubro de 2007 | 00h00

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