Clauber Cleber Caetano/PR
Clauber Cleber Caetano/PR

Em Paris, Guedes minimiza troca de comando da Petrobras 

O ministro da Economia está em viagem oficial a Paris para acelerar o processo de adesão do Brasil à OCDE

Antonio Temóteo, O Estado de S.Paulo

29 de março de 2022 | 23h15

BRASÍLIA - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira, 29, que a troca do presidente da Petrobras não é um "problema" dele. Segundo Guedes, a mudança no comando da estatal é a menor das preocupações em uma eventual decisão do governo de venda do controle da empresa.

As declarações de Guedes foram dadas durante viagem oficial a Paris para acelerar o processo de adesão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu substituir o general Joaquim Silva e Luna do comando da Petrobras pelo economista Adriano Pires diante da alta no preço dos combustíveis.

"Eu acho que trocar ou não o presidente da Petrobras é a última preocupação relevante na eventual decisão futura de privatizar ou não a companhia", disse Guedes.

Além de minimizar a troca de comando da estatal, o ministro da Economia também afirmou que a privatização da Petrobras não está nos planos do governo neste mandato.

"Nosso plano de crescimento econômico é baseado em estimular a competição. Privatizar as companhias. Mas a Petrobras não está no nosso programa. O presidente foi claro, no primeiro ano de governo, de que poderíamos privatizar várias companhias, como Eletrobras, Correios e aeroportos, como o Galeão e Santos Dumont", afirmou.

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