Nelson Antonie/Frame
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Em protesto por ajuste salarial, CUT bloqueia a Avenida Paulista

Central Única dos Trabalhadores reivindica ajuste salarial para as categorias filiadas; expectativa é que mais de 1,8 milhão de trabalhadores negociem reajuste no segundo semestre

O Estado de S. Paulo

15 Setembro 2015 | 11h06

(Texto atualizado às 11h50)

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) faz uma manifestação na manhã desta terça-feira, 15, na Avenida Paulista, em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A avenida foi totalmente fechada no sentido Paraíso. 

A concentração começou às 9h30 e reivindica ajuste salarial para as categorias filiadas à central. Segundo o trajeto informado à Polícia Militar, eles devem seguir na avenida em direção à Rua Augusta, depois até a Avenida Ipiranga e à Praça da República. 

A CUT diz que há 10 mil pessoas na Avenida Paulista no fim da manhã protestando pelo reajuste salarial. A Polícia Militar disse que não vai divulgar estimativa de público.

A manifestação que agora fecha a Avenida Paulista foi convocada oficialmente há cinco dias para o lançamento das campanhas salariais para ao menos 10 categorias que tem vencimento de data-base salarial no segundo semestre de 2015. 

Segundo a CUT, mais de 1,8 milhão de trabalhadores têm data-base de reajuste salarial no segundo semestre. Apenas a categoria dos metalúrgicos que devem fazer campanha salarial no semestre soma 602 mil trabalhadores.

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