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Em Roma, Lula defende câmbio flutuante

Em contraste com sua equipe econômica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou ontem, em Roma, ter uma visão mais pragmática para enfrentar a desvalorização do dólar em relação ao real: produzir com mais tecnologia. Indagado sobre a forte valorização do real diante da moeda americana em 2009, o presidente defendeu a flutuação do câmbio e a qualificação do setor produtivo do País para compensar a maior dificuldade para os exportadores.

AE, Agencia Estado

17 de novembro de 2009 | 08h47

"Nós temos de evoluir tecnologicamente para que possamos ganhar dinheiro exportando, mesmo com o câmbio mais baixo", exortou Lula, na saída do Palácio Chigi, onde se encontrara com o premiê italiano, Silvio Berlusconi.

Lula lembrou da recente adoção de uma taxa de 2% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) pelo Ministério da Fazenda e disse confiar na eficiência da medida para reduzir o ritmo de alta do real. O presidente ainda fez referências indiretas à proposta de Mantega, que há 10 dias defendeu a padronização do sistema de câmbio, fixo ou flutuante, pelas 20 maiores economias do planeta (G-20).

"Nós somos vítimas de uma boa causa: o câmbio flutuante. Como dizia o ministro Palocci em 2004, o problema do câmbio flutuante é que ele flutua", disse Lula. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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