Em Santarezinho, morador se preocupa com preservação

Estudante de história quer proteger com sítio arqueológico

Renée Pereira,

07 de junho de 2014 | 16h50

Cobiçada pelas empresas, a comunidade de Santarezinho, pertencente a Itaituba, tem apenas cinco famílias. Algumas delas já venderam suas terras para a construção dos terminais. Outras ainda estão em negociação, como é o caso da família de Martineli Albuquerque. Ela conta que os irmãos do pai já se desfizeram dos lotes e mudaram do local. A preocupação de Martineli, no entanto, é com o sítio arqueológico que tem na região. Estudante de história, ela montou um museu na comunidade com todas as peças que encontrava pelo caminho.

“A comunidade foi a primeira missão de Itaituba. Tem uma infinidade de peças espalhadas pelo local.” O museu de Martineli tem cerca de 600 peças, entre objetos indígenas e portugueses. “Agora vamos ver qual será a proposta das empresas para recuperar as peças e preservar o museu.”

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