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Embratel reitera ao governo medida preventiva contra teles

A Embratel informou que deu entrada hoje no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e na Secretaria de Direito Econômico (SDE) com um novo pedido de medida preventiva contra as três concessionárias de telefonia fixa por indícios de formação de cartel. A solicitação encaminhada hoje reitera pedido feito pela empresa no dia 10 de março.Segundo nota da operadora, a decisão de reforçar o pedido leva em consideração as denúncias de que documentos apreendidos na sede da Telefônica, em São Paulo, revelariam a intenção do consórcio Calais (formado por Telefônica, Telemar, Brasil Telecom e Geodex) de aumentar as tarifas pelo limite máximo, caso comprem a operadora.De acordo com a Embratel, "existem informações mais do que suficientes que demonstram a intenção de formação de cartel por parte das três concessionárias de telefonia fixa local, o que fere as diretrizes do direito econômico e da Lei Geral de Telecomunicações e traz prejuízo direto à toda a sociedade brasileira, em especial aos consumidores".O presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações (Fittel), José Zunga, disse que sente-se ?aliviado? com a denúncia contra as teles fixas. Zunga disse que isso é uma resposta aos que criticaram a Fittel por ter ingressado com uma reclamação contra as concessionárias no Cade . ?Estou aliviado, pois estamos mostrando para algumas pessoas que a nossa leitura era correta e realista?, disse.A Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp) informou hoje vai pedir à SDE e à Anatel rapidez na apuração de denúncia de infração à ordem econômica contra as concessionárias de telefonia fixa local. ?Existem indícios de formação de cartel, que pode causar danos à concorrência e prejuízos à população?, afirmou.

Agencia Estado,

26 de abril de 2004 | 17h06

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