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Emprego em São Paulo ficou estável em fevereiro

O emprego no Estado de São Paulo ficou praticamente estável em fevereiro, com a perda de 95 vagas formais, em relação a janeiro. Das 15 regiões administrativas de São Paulo, sete perderam empregos formais e oito conseguiram aumentar as contratações. No entanto, se comparado a fevereiro de 2008, o tombo do emprego no Estado continua expressivo: na ocasião, foram criados 98.652 postos de trabalho.Os dados são do Observatório do Emprego, estudo realizado mensalmente pela Secretaria do Emprego do Estado de São Paulo e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe/USP) com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. Foram criados 9.179 empregos formais em todo o País em fevereiro. O secretário do Emprego de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, afirmou que o Estado não contribuiu para o resultado. "São Paulo concentra 29% dos empregos do País. Esse resultado deve ser visto com muito cuidado." Na avaliação de Eduardo Zylberstajn, pesquisador da Fipe, a estabilidade do emprego no Estado em fevereiro não é necessariamente uma boa notícia. "Os empregos criados em fevereiro estão relacionados a fatores sazonais, como volta às aulas e início da safra em algumas culturas", afirmou. Os setores que mais criaram postos de trabalho foram a administração pública (mais 9.377 empregos, em relação a janeiro) e educação, que criou 14.574 postos no mês. "Isso ajudou a deixar o total estável, mas a dinâmica continua a mesma dos últimos meses, com um ritmo de perda acentuado."A indústria segue como o setor que mais desemprega: menos 27.354 vagas em fevereiro. A agricultura respondeu pela perda de outros 3.717 postos de trabalho. "É muito cedo para falar em retomada", disse Afif.

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