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Emprego industrial cresce pelo 3º mês seguido; salários sobem

Ocupação no setor tem alta de 0,4% em setembro ante agosto e folha de pagamento retoma resultado positivo

Jacqueline Farid, da Agência Estado,

10 de novembro de 2009 | 09h12

O emprego industrial subiu 0,4% em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal, o terceiro mês positivo consecutivo, segundo divulgou nesta terça-feira, 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, a ocupação no setor manteve a taxa negativa, dessa vez de 6,5%. A folha de pagamento real, equivalente à massa salarial, aumentou 1,7% em setembro ante agosto, revertendo o resultado negativo registrado em agosto (-0,5% ante julho).  

 

 

 

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O indicador de média móvel trimestral da folha cresceu 0,4% no trimestre encerrado em setembro ante o terminado em agosto, revertendo a queda de 0,7% apurada no índice de agosto. No ano, a folha acumula queda de 2,5% e em 12 meses, recuo de 0,7%.

 

O índice de média móvel trimestral do emprego na indústria - considerado o principal indicador de tendência - registrou aumento de 0,3% no trimestre encerrado em setembro ante o terminado em agosto, mostrando pequena aceleração em relação ao índice apurado em agosto, de 0,2%.

 

No ano, o emprego na indústria acumula queda de 5,6% e em 12 meses, recuo de 4,2%. No terceiro trimestre, ante o trimestre imediatamente anterior, houve aumento de 0,3% na ocupação, revertendo três trimestres consecutivos de queda nessa comparação. Ante o terceiro trimestre de 2008, o emprego na indústria recuou 6,7%.

 

O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria aumentou 1,1% em setembro ante relação a agosto. Na comparação com setembro do ano passado, no entanto, houve queda de 6,4%, o 11º resultado negativo consecutivo nessa comparação.

 

No terceiro trimestre de 2009, o número de horas pagas avançou 0,5% frente ao trimestre imediatamente anterior, interrompendo três trimestres consecutivos de taxas negativas nessa comparação. Ante o terceiro trimestre do ano passado, houve queda de 7,0%. No ano, as horas pagas acumulam queda de 6,3% e em 12 meses, recuo de 4,8%.

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