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Emprego já está se recuperando, afirma Lupi

?Manchetes que mostram uma alta do desemprego estão atrasadas?

Evandro Fadel, O Estadao de S.Paulo

14 de março de 2009 | 00h00

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, disse ontem , em Curitiba, que as manchetes apresentando aumento de desemprego, principalmente na indústria paulista, estão "atrasadas". "O dado com que trabalho não é pesquisa, são dados mensurados pelo Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged)", afirmou. Segundo ele, em janeiro foram contratadas 1,2 milhão de pessoas contra 800 mil em dezembro. No entanto, ainda houve 1,3 milhão de demissões. "Mas em fevereiro já equilibrou e tem um avanço", garantiu. "Vai ter um salto positivo." O ministro se referia aos números divulgados na quinta-feira pela Federação das Indústria dos Estado de São Paulo (Fiesp) que mostraram que as indústrias fecharam 43 mil postos de trabalho em fevereiro.No primeiro bimestre, com a eliminação de 31 mil vagas, já são 74 mil postos de trabalho cortados em São Paulo. Há cinco meses, a indústria paulista registra saldo negativo entre contratações e demissões. Foram fechadas no período 236,5 mil vagas.Presente à mesma solenidade de inauguração do prédio do Tribunal Regional do Trabalho, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, manifestou uma visão diferente. "Acreditamos que ainda vamos ter um resultado fraco neste primeiro trimestre", afirmou. "Mas a economia já dá sinais de recuperação." De acordo com Bernardo, o crédito já está praticamente em ordem, faltando apenas algumas questões pontuais de pequenas e microempresas. "A expectativa é que a partir de abril comece a dar uma recuperada na economia como um todo e nos empregos", disse. Lupi repetiu sua visão otimista. "A economia brasileira está com mercado interno muito forte, ganho real do salário mínimo, e tudo isso faz com que o Brasil se diferencie", afirmou. "Tenho absoluta segurança de afirmar que, a partir de março, o Brasil será o primeiro país a crescer fortemente tanto na economia quanto na geração de empregos."O ministro fez apelo para que todos sejam "patriotas" e acreditem no Brasil.

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