Emprego na construção civil cresce 1,14% em julho

Dados divulgados hoje pelo Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela GVconsult, com base em pesquisa do Ministério do Trabalho, indicam que o nível de emprego na construção civil brasileira voltou a crescer em julho, porém em ritmo mais lento. Segundo o levantamento, o setor contratou naquele mês 15,5 mil trabalhadores (+1,14%) em todo o País, ante as 21,1 mil contratações de junho (+1,57%). No acumulado dos sete meses, o setor formal da construção abriu 89,2 mil novas vagas, o que corresponde a alta de 6,93% em relação ao número de empregos em dezembro do ano passado. Segundo a pesquisa do sindicato, no fim de julho, havia cerca de 1,38 milhão de empregados formais no setor em todo o País. No acumulado de 12 meses terminados em julho, o saldo entre contratações e demissões no segmento formal da construção civil brasileira era de 74,2 mil novos postos de trabalho. O levantamento indica ainda que no Estado de São Paulo, onde há o maior potencial gerador de emprego na construção civil, a desaceleração em julho foi ainda maior. Naquele mês, o aumento no número de vagas formais no setor foi de 0,67%, com a inclusão de apenas 2,5 mil trabalhadores. Em junho, o incremento havia sido de 1,3%, ou 4,8 mil empregados a mais. No fim de julho, havia 373,8 mil empregados formais na construção civil paulista. No acumulado de 12 meses, a evolução no nível total de empregos na construção civil paulista é de 16,2 mil novos postos de trabalho (+4,53%). Na capital paulista, aponta o levantamento, foram abertas 973 vagas em julho, uma alta de 0,55% na comparação com o mês anterior, quando foi registrado ritmo de evolução muito mais forte (foram mais 2,048 mil novas vagas em junho na comparação com maio). A região Noroeste (área de São José do Rio Preto) teve o maior crescimento relativo do mês no Estado, com 3,11% ou abertura de 280 novas vagas.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.