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Emprego na construção civil de SP cresce 1,7%

A construção civil paulista apresentou alta acumulada de 1,7% no nível de emprego, entre janeiro e abril. Embora positivo, o desempenho está abaixo do registrado no mesmo período de 2001, quando o aumento acumulado ficou em 4,8%. Segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado (Sinduscon-SP), isso reflete a retração econômica que atingiu o setor desde maio do ano passado.Em abril, os construtores paulistas abriram 2.652 vagas, o equivalente a alta de 0,75% sobre março. Trata-se do segundo mês consecutivo em que o setor amplia seu contingente. No acumulado dos últimos 12 meses (maio de 2001 a abril de 2002), contudo, as empresas cortaram quase 20 mil postos de trabalho, indicando queda de 5,28%. No final do mês passado, havia 357,8 mil trabalhadores no setor, ante os 377,7 mil encontrados em abril de 2001.SegmentaçãoO Sinduscon-SP também divulgou o desempenho por ramo de atividade, consolidado até março. Os segmentos que mais contrataram no 1º trimestre foram os de montagem industrial (com alta acumulada de 6,45%) e de preparação de terreno para obras (alta de 2,57%).O segmento de obras de infra-estrutura elevou seu nível de emprego em 2,28% em março, interrompendo uma queda de dez meses. No acumulado do 1º trimestre, contudo, ainda apresenta baixa de 1,27%. O ritmo só não é mais acentuado porque os grandes cortes ocorreram entre outubro e dezembro de 2001, quando o segmento fechou 8,8 mil vagas, ou 10% de sua força de trabalho.Já o ramo de edificações é responsável por um terço das vagas da construção civil paulista. Em março, o nível de emprego recuou 0,61%, após crescer 2,08% entre janeiro e fevereiro.RegiõesQuatro regiões do Estado sofreram corte de vagas em março: Centro-Oeste (recuo de 1,79%), Oeste (1,85%), Sudeste (1,85%) e Sudoeste (0,16%). O Noroeste (área de São José do Rio Preto) liderou as contratações, com alta de 7,03% em março. Já na região metropolitana de São Paulo, o contigente aumentou apenas 0,75%.

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