Emprego na construção civil fica estável na baixa em maio

O emprego na construção civil brasileira teve em maio variação negativa de 0,01% (131 vagas a menos), segundo levantamento do Sindicato da Indústria de Construção Civil de São Paulo e a Fundação Getúlio Vargas (SindusCon-SP/FGV), com base nos dados da entidade e do Ministério do Trabalho. Em 12 meses, o setor perdeu 55,8 mil postos de trabalho (queda de 4,64%). Em comparação a maio de 2001, período anterior ao racionamento de energia, a queda foi ainda maior, com a eliminação de 92,5 mil vagas (-7,43%). No ano, as perdas acumuladas pelo setor chegam a quase 17,4 mil vagas (-1.49%). Em 2003, o emprego na construção civil brasileira teve variação positiva somente em abril, quando houve aumento de 0,32%.Comparando os primeiros cinco meses de 2003 com o mesmo período do ano passado, ocorreu uma queda de 3,85% no emprego do setor. A construção civil brasileira conta com aproximadamente 1,14 milhão de trabalhadores formais. Em maio, a construção civil paulista também apresentou estagnação, com variação negativa de 0,03% (107 vagas a menos), de acordo com a pesquisa SindusCon-SP/FGV. Em 12 meses, as perdas são de quase 13 mil postos de trabalho (queda de 3,6%). Em São Paulo, o setor emprega cerca de 346,1 mil trabalhadores.

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