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Emprego na indústria cresce de agosto para setembro

O emprego na indústria caiu 0,3% em setembro ante igual mês de 2001, mas apresentou a primeira taxa positiva na comparação com o mês anterior (agosto), com expansão de 1,3%, após três meses consecutivos de queda nesse indicador. Os dados foram divulgados pelo IBGE. No confronto com mês anterior, a expansão de 1,3% foi o maior resultado positivo desde o início da série da pesquisa, em dezembro de 2000. O resultado acumulado no ano até agosto registrou queda de 1,3% ante igual período do ano passadoA queda no emprego na comparação com setembro de 2001 (-0,3%) foi menos acentuada do que a ocorrida em agosto ante agosto do ano passado (-1,3%). Na comparação com o mês anterior, houve o primeiro aumento (1,3%) no emprego após três meses consecutivos de queda. Segundo o IBGE, a queda ocorrida em setembro ante igual mês de 2001 foi puxada especialmente por São Paulo (-3,3%) e Rio de Janeiro (-3,6%). Por atividade, as principais influências negativas nessa base de comparação foram de máquinas e aparelhos elétricos e de comunicações (-11,4%), outros produtos da indústria de transformação (-8,1%) e produtos de metal (-5,0%) e fabricação de meios de transporte (-4,9%). Por outro lado, o aumento do emprego em setembro ante agosto ocorreu sob impactos positivos das regiões Nordeste (6,7%), Pernambuco (7,4%) - ambos beneficiados pelo setor de alimentos e bebidas, devido ao início do processamento da safra de cana-de-açúcar - e de São Paulo (0,4%), influenciada pelo maior número de trabalhadores na indústria de máquinas e equipamentos (exceto elétricos), que cresceu 1,9%. Por setores industriais, os principais impactos positivos nessa base de comparação foram de alimentos e bebidas (3,8%) e refino de petróleo e produção de álcool (7,0%).Folha de pagamentoApesar da melhora no quadro do emprego industrial em setembro, a folha de pagamento do setor prossegue em queda. Segundo o IBGE, houve redução no total da folha: -1,7% ante setembro do ano passado, -0,3% em relação a agosto e -2,3% na comparação acumulada no ano até setembro. O número total de horas pagas - o principal indicador de emprego a refletir os desempenhos da produção industrial - voltou, em setembro, a se ampliar na comparação com o mês anterior (0,2%) permanecendo negativo, no entanto, nos demais indicadores: -0,1% em relação a setembro de 2001 e -1,8% no acumulado do ano.

Agencia Estado,

19 de novembro de 2002 | 10h41

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