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Empreiteiras sob pressão

Arrocho no crédito, pressão de credores e investidores sem segurança para comprar ativos tiram o fôlego financeiro das empresas envolvidas direta ou indiretamente na Operação Lava Jato. Nesse cenário, a recuperação judicial apresenta-se como alternativa de sobrevivência. Além da Galvão, outras companhias envolvidas na Lava Jato passam por dificuldades.

O Estado de S.Paulo

26 de março de 2015 | 02h04

Em 2014, a Iesa já havia entrado em recuperação judicial. Em janeiro, foi a vez da Alumini, que prepara um plano para apresentar aos credores, de R$ 1 bilhão. A Engevix, sócia dos aeroportos de Brasília e São Gonçalo do Amarante (RN), vendeu uma subsidiária para fazer frente aos compromissos, como investimentos e pagamento de dívidas. A OAS deixou de pagar títulos vencidos e corre o risco de entrar em recuperação judicial. Com isso, um grande obstáculo se antepõe à recuperação da economia: um amontoado de obras paradas.

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