Empresa foi vasculhada

Ao ordenar a apreensão dos jatinhos de luxo, o juiz federal Jorge Alberto Araújo de Araújo, da 1.ª Vara Federal de Guarulhos, autorizou recolhimento de documentos encontrados no interior das aeronaves "desde que tenham pertinência com as investigações". O juiz consentiu que a PF vasculhasse a sede de uma empresa de consultoria e gestão empresarial "com o objetivo exclusivo de apreender documentos relacionados com a introdução e permanência das aeronaves citadas ou de outras aeronaves estrangeiras no País". Araújo não permitiu buscas na residência de um investigado e nem sua condução coercitiva. "Tendo o investigado o direito de permanecer calado tanto em juízo como em sede policial, trata-se de medida inócua", observou. Ele decretou o "sigilo total dos autos por conveniência da investigação". / F.M.

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