Empresa já foi investigada por trabalho escravo

Os preços baixos da Forever 21 só são obtidos porque a empresa trabalha com uma estrutura muita enxuta, explica o fundador e presidente da companhia, Do Won Chang, de 59 anos, sempre que é questionado sobre o assunto. Ele comanda a varejista ao lado da mulher Jin Sooke e das filhas Linda e Esther, que cuidam do marketing e do design das lojas. A família, assim como os executivos, só viajam na classe econômica.

Naiana Oscar, O Estado de S.Paulo

31 de março de 2014 | 02h04

A empresa não trabalha com fábricas próprias, o que é comum neste segmento. Essa prática já colocou algumas varejistas no alvo de investigações sobre trabalho degradante, em que os funcionários são mantidos em situação irregular, sem condições mínimas de segurança e higiene.

Em 2012, o Ministério do Trabalho dos Estados Unidos disse ter encontrado oficinas de fornecedores da Forever 21 em condições de trabalho análogo à escravidão em Los Angeles, onde está localizada a sede da companhia.

Para a imprensa internacional, a companhia garantiu que os problemas, levantados em 2012, já foram solucionados.

Segundo a revista 'Forbes', a empresa também já foi processada mais de 50 vezes por violar direitos autorais.

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