Empresa tentou manter ativos

Desde a criação da Raízen, em fevereiro, com a união de ativos da Cosan e da Shell avaliados em US$ 12 bilhões, a operação de distribuição de querosene de aviação entrou no radar do Cade. A recomendação de venda dos ativos já existe há mais de seis meses, mas a Shell tentou anular a decisão por meio de recursos, sempre negados pelo conselho. Em julho, saiu o parecer final, que deu um prazo de 60 dias para que a venda da operação fosse concretizada para apenas um comprador. A Shell - que contribuiu com os ativos de querosene na criação da Raízen - ainda conseguiu alongar um pouco o prazo de venda, mas não se livrou da determinação.

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