Empresa vai para aeroportos e aposta em qualidade

Ao contrário da maioria dos franqueadores, Sidney Rabinovitch garante não estar preocupado em ter unidades da FOM em todo o País. "Não tenho obrigação de dobrar a minha rede. Sou muito criterioso e faço tudo seletivamente para garantir a qualidade", afirma o empreendedor.

O Estado de S.Paulo

25 de maio de 2014 | 03h13

Rabinovitch vai participar pela quinta vez do evento da ABF; para esta edição. Ele destaca os produtos da marca. "Temos 300 itens, todos relacionados a conforto e bem estar, de almofadas a massageadores, encostos de assentos e umidificadores." A FOM tem hoje 30 unidades próprias e 30 franquias - são 40 quiosques e 20 lojas. A nova tendência, observada pelo dono, é a transição de quiosques para espaços maiores. Os primeiros exigem investimentos de R$ 140 mil, enquanto uma loja pode custar de R$ 350 mil a R$ 500 mil.

Outra novidade é a presença da FOM em aeroportos de São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Recife. Viracopos terá uma unidade no segundo semestre e há negociação em outros seis estados. "O fundamental para esse negócio dar certo é, sem dúvida, uma boa gestão e experiência de varejo", ensina Rabinovitch.

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