Empresários esperavam medidas do "pacote de bondades"

Os empresários esperavam que o governo sinalizasse hoje durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) algumas medidas do chamado pacote de bondades para estimular a atividades econômica. Os empresários defendem a redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), restabelecendo seu caráter regulatório e não de arrecadação. Além disso, a CNI defende que seja reduzido ou eliminado o depósito compulsório sobre depósitos a prazo das instituições financeiras. Segundo o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro (PTB-PE), o compulsório sobre depósitos dos bancos a prazo acabam impedindo o crescimento das pequenas e médias instituições financeiras. "O governo está impedindo que estas empresas cumpram seu papel de aumentar a concorrência no sistema financeiro", sustenta. O presidente da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), Raymundo Magliano, esperava mais novidades na área, mas não chegou a ficar decepcionado. Na sua avaliação, o governo já conseguiu avançar. "O nosso problema é que estamos afogados diante de tantos impostos, mas estamos caminhando", disse.

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