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Empresários vão às ruas para protestar contra a crise no campo

Empresários ligados à Associação Comercial e Industrial de Goiás (Acieg), decidiram realizar um protesto político contra a política agrícola do Governo petista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os protestos começam no próximo dia 21 com uma cavalgada, envolvendo 300 cavalos e 300 cavaleiros portando bandeiras e faixas, percorrendo uma extensão de 20 quilômetros entre as principais ruas comerciais de Goiânia. O ato acontece entre o primeiro e o segundo turnos das eleições."O setor agrícola está vulnerável às oscilações do mercado porque não existe uma política agrícola duradoura, de longo prazo", disse Pedro Bittar, presidente da Associação, que conta com 7 mil filiados. "As conseqüências são visíveis, a economia deixou de movimentar R$ 1,5 bilhão nas duas últimas safras, e as pequenas e médias cidades estão sendo as mais afetadas pela crise", disse o dirigente. O PIB de Goiás está estimado em R$ 40 bilhões.Segundo a Acieg, as vendas no comércio em Goiânia caíram 35% na safra2005/2006 devido à crise no campo. E os setores mais atingidos são os de comércio de insumos e de prestação de serviços à agricultura.Nos últimos cinco meses, as demissões em uma única rua, a Castelo Branco, que concentra as duas áreas, as demissões cresceram 20% - a mesma taxa de redução da área plantada na safra 2006/2007, segundo Macel Félix Caixeta, presidente da Federação de Agricultura de Goiás (Faeg), entidade que congrega os produtores rurais no Estado.

Agencia Estado,

29 de setembro de 2006 | 19h39

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