Rosinei Coutinho/STF
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Empresários vão se reunir com Toffoli para tratar de desmatamento ilegal

Presidente do STF deve se encontrar com presidentes de empresas na terça-feira, 11, e encaminhar as pautas aos governadores dos nove Estados da Amazônia Legal no dia seguinte

Fernanda Nunes, O Estado de S.Paulo

07 de agosto de 2020 | 20h27

RIO - Presidentes de grandes empresas que defendem uma agenda de desenvolvimento sustentável e o combate ao desmatamento ilegal da Amazônia vão se encontrar na próxima terça-feira, 11, às 17h, com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli. No dia seguinte, às 9h da quarta-feira,12, a pauta de reivindicações do grupo será levada aos governadores dos nove Estados da Amazônia Legal (Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão).

Nos encontros, eles vão entregar o Comunicado do Setor Empresarial Brasileiro aos três poderes da República e aos governadores diretamente envolvidos com o a região. Além do desmatamento ilegal, serão debatidas questões relacionadas à implementação do Código Florestal e regularização fundiária.

As duas agendas acontecem pouco mais de um mês após o lançamento do Comunicado do Setor Empresarial Brasileiro, no dia 7 de julho. Três dias depois, os executivos se reuniram com o presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal e vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), que se comprometeu a anunciar metas semestrais contra desmatamento, queimadas e grilagem. No dia 28 de julho, os executivos se encontraram com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O comunicado conta atualmente com 72 assinaturas, sendo 62 de presidentes de companhias e grupos empresariais dos setores industrial, agrícola e de serviços, além de cinco líderes de fundos de investimento e cinco presidentes de instituições. A iniciativa é liderada pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds), Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e Instituto Brasileiro de Árvores (Ibá), e conta ainda com o apoio da Abiove e da Rede Brasil do Pacto Global.

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