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Empresas aéreas pagarão mais por combustível

O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA) divulgou nota anunciando que a portaria interministerial no. 1, de 4 de janeiro de 2001, que promove a equalização dos preços do querosene de aviação (QAV) para os vôos domésticos e internacionais e internacionais aumentará os custos das empresas aéreas entre 15% a 30%. A conclusão é de um estudo realizado pelos departamentos técnicos das empresas aéreas."Fomos todos surpreendidos pela portaria, que vem onerar ainda mais o setor de aviação. É importante salientar que o preço doméstico do combustível é agravado pelo ICMS em 25%, o que significa que o preço doméstico em julho será de 30% superior ao preço internacional", diz o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), George Ermakoff. Impacto nos preços das passagens aéreasCom relação ao impacto da medida sobre a tarifa aérea atualmente praticadas, ele lembra que a Lei do Real obriga que as empresas reajustem seus preços uma única vez a cada doze meses e que a última correção, de 19,3%, ocorreu em julho de 2000. O SNEA desconhece as implicações da Portaria governamental sobre as tarifas aéreas, questão que deve ser definida por cada empresa.De qualquer maneira, uma possível redução dos combustíveis no Brasil ao longo do primeiro semestre pode atenuar o impacto do fim dos subsídios para o querosene de aviação. Além disso, a concorrência entre as empresas e a entrada de novas empresas aéreas com passagens mais baratas, como a Gol, que inicia suas operações semana que vem, pode forçar as empresas a absorver ao menos parte do aumento nos custos.

Agencia Estado,

09 de janeiro de 2001 | 19h38

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