Empresas apreciam quem participa de programas

Os profissionais que recorrem ao coaching ou ao mentoring para buscar o seu aprimoramento profissional, são vistos como aplicados e ganham muitos pontos nos processos seletivos, segundo a gerente técnica da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Pérola Lucente. "É um profissional que dedicou parte do seu tempo para fazer uma autoavaliação, no caso do coaching, ou busca o crescimento na sua área de atuação, no caso do mentoring. E é este o perfil de executivo dedicados que as empresas buscam no mercado de trabalho", diz.

Márcia Rodrigues, de O Estado de S. Paulo,

29 de abril de 2012 | 03h10

O interesse não é por acaso. Segundo pesquisa feita pelo International Coaching Federation (ICF) com 280 companhias em todo o mundo, o retorno apresentado pelas orientações de um coacher é de quase seis vezes o valor investido pela empresa. "Todas as corporações que contrataram um programa de coaching garantem que os executivos envolvidos no processo trazem bastante resultado para elas", diz o presidente do ICF, José Augusto Figueiredo.

Tanto que o número de coachs vem crescendo no Brasil. "Passamos de 26 membros em 2010 para 300 hoje", frisa.

De acordo com a presidente da Dasein Executive, Adriana Prates, apesar de o coaching começar a tomar força nos últimos anos, suas técnicas vêm sendo aplicadas no Brasil há 20 anos. "Mas a cultura de se nomear um mentor para formar um profissional, como é o caso do mentoring, é muito mais antiga."

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