Empresas argentinas congelam preços do petróleo

Em plena era de ataque ao Iraque e conseqüentes pressões sobre o valor do barril do petróleo, as empresas produtoras e as refinarias argentinas devem assinar hoje a renovação do convênio que mantém os preços dos combustíveis inalterados até 31 de maio. O acordo prevê que as produtoras continuarão vendendo o barril do petróleo a US$ 28,5, preço que é cobrado desde o dia dois de janeiro. No pacto, destaca-se que o combinado só será respeitado se o dólar não superar a marca dos 3,65 pesos. Hoje, a moeda americana está cotada a cerca de 3 pesos. O acordo também prevê a revisão mensal destes valores, que poderiam ser alterados caso o preço do barril dispare no mercado internacional.Veja o especial:

Agencia Estado,

01 de abril de 2003 | 12h08

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