Ações

Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

Empresas brasileiras driblam sanções ao Irã e chegam até o país

ONU adotou duas sanções contra o país; nacionais entram em Teerã como se viessem dos Emirados Árabes

Jamil Chade, enviado especial de O Estado de S. Paulo,

04 de fevereiro de 2008 | 17h24

Empresas brasileiras driblam as sanções existentes contra o Irã e chegam no mercado de Teerã como sendo vindas de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Nos últimos meses, a ONU adotou duas rodadas de sanções contra o Irã por causa de sua recusa em divulgar o conteúdo de seu programa nuclear. O Conselho de Segurança da ONU estuda uma terceira rodada de sanções agora, o que poderá ser adotado ainda em fevereiro. Fontes do governo admitem que existe a possibilidade de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faça uma visita ao presidente do Irã, o polêmico Mahmud Ahmadinejad. Pelo caráter delicado da viagem, o encontro ainda não está confirmado.  "Cada vez que há uma sanção contra o Irã há empresas brasileiras que comemoram", afirmou o embaixador brasileiro nos Emirados, Flávio Sapha, que confirma a triangulação no comércio. Embora não de os nomes de empresas, garante que o açúcar e a carne brasileira estão chegando no Irã por Dubai. O diplomata também revela que vem dando vistos para empresários iranianos nos Emirados para que viagem ao Brasil. Dubai se transformou, nos últimos dois anos, no centro do comércio externo de Teerã diante das dificuldades enfrentadas pelo país. Com muitas empresas temerosas em fazer negócios direto com o Irã para não ferir suas credibilidades com bancos americanos, a opção tem sido a triangulação do comércio por Dubai.  Leia reportagem completa na edição desta terça-feira de O Estado de S. Paulo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.