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Empresas desenvolvem sistema para testar uso do Google Glass em cirurgias

Um jovem chega a um hospital com severas dores abdominais e precisará passar por uma cirurgia. Enquanto se prepara no centro cirúrgico, o médico responsável usa o Google Glass para consultar informações relevantes para o procedimento. "Ok, Glass. Status do Paciente", diz ele, que visualiza na hora dados como temperatura, pulso e pressão arterial.

Lígia Aguilhar, O Estado de S.Paulo

28 de outubro de 2013 | 02h18

A cena é resultado de um teste feito pela Royal Philips - braço da área de saúde da Philips - em parceria com a Accenture para mostrar como o Google Glass pode ser usado para aumentar a eficiência de procedimentos cirúrgicos.

A Philips ligou um monitor de pacientes da marca aos óculos conectados do Google e conseguiu transferir de forma contínua dados sobre os sinais vitais de uma pessoa. A mesma tecnologia também pode ser usada para um médico acompanhar à distância a recuperação de um paciente no pós-operatório, conduzir ao vivo videoconferências e gravar cirurgias.

A pesquisa não teve o objetivo de desenvolver um produto para entrar no mercado, mas servirá como base para o desenvolvimento de recursos para a área de saúde que possam ser incorporados futuramente ao Google Glass.

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