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Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

Empresas têm sócios de fora

Com a entrada do fundo Mubadala, dos Emirados Árabes Unidos, no capital da EBX, Eike Batista reafirma sua estratégia de trazer grandes grupos estrangeiros para se associar a ele no Brasil. A última grande tacada nessa direção foi a venda de 10% da MPX, de geração de energia, para a gigante alemã E.ON. Os R$ 850 milhões injetados pela companhia ajudarão a financiar os projetos apresentados pela MPX.

O Estado de S.Paulo

27 de março de 2012 | 07h44

Empresas asiáticas também foram atraídas por Eike para compor o capital de sua empresa de mineração, a MMX - a sul-coreana SK Networks e a chinesa Wisco. O grupo siderúrgico chinês também pretende instalar uma usina no Porto do Açu, que a LLX, também de Eike, constrói em São João da Barra, no Norte fluminense.

Os chineses, porém, esperam a definição sobre a reativação de uma linha férrea ligando o Açu à Baixada Fluminense para colocar os dois pés no projeto.

Ainda dentro do complexo industrial do Açu, Eike é parceiro da Hyundai. Os sul-coreanos são sócios no estaleiro que a OSX, empresa de construção offshore, está erguendo no local. Além disso, os estrangeiros venderam tecnologia para Eike.

Completam a lista de sócios estrangeiros os dinamarqueses da Maersk Oil, a multinacional de entretenimento IMG e a norte-americana IBM. Eike pretende ainda associar-se à taiwanesa Foxconn, que fabrica iPads.

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