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Encomendas de bens duráveis nos EUA caem bem mais que previsto

A demanda por bens manufaturados nos Estados Unidos teve, em abril, a maior queda desde 2002, após dois meses de crescimento forte. O Departamento do Comércio informou que as encomendas caíram 2,9%, para US$ 191,3 bilhões, no mês passado. As encomendas de bens de capital não relacionados a defesa - um barômetro dos gastos das empresas - caíram 3,5%, após um aumento de 6% em março. O levantamento revisou ainda o dado de março, indicando que houve aumento de 5,7% das encomendas, ante a alta de 5% anunciada anteriormente. O declínio das encomendas foi maior do que o esperado. O consenso entre 21 economistas consultados pela Dow Jones - CNBC era que houvesse queda de 0,5%. Os economistas, no entanto, sempre fazem ressalvas quanto à volatilidade desse dado e observam que esses números são pouco confiáveis para se traçar um panorama da economia. A queda de abril foi a maior desde o declínio de 6% de setembro de 2002. O levantamento revelou ainda que as encomendas de itens relacionados a transportes caíram 4,7%, após uma alta de 4,1% em março. As encomendas de aeronaves civis e peças recuaram 9,7%, enquanto a demanda por aeronaves de defesa diminuiu 5,8%. Imóveis residenciais novos As vendas de imóveis residenciais novos caíram 11,8% em abril, registrando a queda mais acentuada em 10 anos, para uma taxa anual sazonalmente ajustada de 1,093 milhão, informou o Departamento de Comércio. O dado de março foi revisado para cima, para um crescimento de 9,7%, somando 1,239 milhão de unidades, de uma estimativa anterior de alta de 8,9% e um total de 1,128 milhão de unidades. Os analistas esperavam números melhores da venda de imóveis residenciais novos em abril. A estimativa média de 22 economistas entrevistados pela Dow Jones/CNBC era de uma queda de 1,3% das vendas em abril, para uma taxa anual de 1,212 milhão de unidades. As informações são da Dow Jones.

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