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Endesa não colocará mais dinheiro na Argentina

A maior empresa espanhola do setor de energia elétrica, a Endesa, anunciou que não vai mais assumir riscos na Argentina. O diretor executivo do grupo, Rafael Miranda, disse que já fez praticamente todos os aportes de capital na sua principal base de investimentos na América Latina, onde controla, entre outros ativos, a Edesur. Miranda salientou que a Endesa "irá se esforçar ao máximo para ajudar as suas filiais no país", mas esse apoio deverá se restringir a medidas de caráter operacional. Segundo ele, a Endesa não está sofrendo grandes perdas na Argentina e acrescentou que os riscos para os fundos do grupo são relativamente pequenos.No ano passado, o grupo espanhol reduziu as suas operações na Argentina com a venda da distribuidora Edenor. Esse negócio compensou em parte o impacto da desvalorização do peso em 2001, que foi de 84 milhões de euros no resultado líquido do grupo e de 365 milhões de euros nas reservas. No primeiro trimestre deste ano, a crise argentina provocou uma queda de 75 milhões de euros no resultado líquido e de outros 160 milhões de euros nos fundos próprios.SantanderO diretor executivo Santander Central Hispano, (BSCH), afirmou que posição do banco espanhol sobre a sua permanência na Argentina não mudou mas que nos últimos dias "começou a ter mais otimismo". Esse otimismo, segundo ele, foi gerado pelos últimos acontecimentos na Argentina, entre eles, a repercussão positiva da posse de Roberto Lavagna no Ministério da Economia, do avanço da lei de falências e das negociações com o Fundo Monetário Internacional. Segundo o jornal espanhol Expansión, Sáenz foi muito criticado na Argentina por ter afirmado que a filial do Santander no país, o Banco Rio, tem apenas liquidez para suportar três meses. Essa liquidez é de 750 milhões de pesos.Leia o especial

Agencia Estado,

10 de maio de 2002 | 09h03

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