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Endividamento das famílias tem leve alta em março

Resultado subiu de 57,4% para 57,8%, mas ficou bem abaixo do porcentual do ano passado, em 64,8%. Dados refletem maior cautela do consumidor

Glauber Gonçalves, da Agência Estado,

21 de março de 2012 | 11h30

O porcentual de famílias endividadas cresceu de 57,4% para 57,8% de fevereiro para março de 2012. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O patamar, porém, é inferior aos 64,8% apurados em março de 2011.

Para a CNC, a alta do endividamento entre fevereiro e março deste ano é pouco expressiva e indica que, apesar da reversão da política monetária, da retirada de parte das medidas macroprudenciais de contenção ao crédito e dos estímulos fiscais para o consumo de bens duráveis, persiste uma maior cautela das famílias em relação ao seu endividamento.

A parcela das famílias que possuem contas ou dívidas em atraso também cresceu em março na comparação com fevereiro, passando de 20,5% para 21,8% no período. Em março de 2011, o porcentual era de 23,4%. Já a fatia das famílias que declarou não ter condições de pagar suas contas ou dívidas recuou de 7,3% em fevereiro para 6,7% em março, menor patamar da série histórica da pesquisa, feita desde janeiro de 2010.

A alta do endividamento deu-se integralmente na faixa de renda inferior a dez salários mínimos, interrompendo uma sequência de quatro meses em queda. Para esta faixa de renda, o porcentual de famílias com dívidas alcançou 58,6% em março de 2012, ante 58,4% em fevereiro deste ano e 66,5% em março de 2011.

Para as famílias com renda acima de dez salários mínimos, o porcentual de famílias endividadas passou de 50,6% em fevereiro para 50,2% em março de 2012. Em março de 2011, o porcentual de famílias com dívidas nesse grupo de renda era 55,0%.

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