Enel Trading cresce impulsionada pelo mercado livre
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Enel Trading cresce impulsionada pelo mercado livre

Comercializadora de energia da Enel ganha espaço no ambiente brasileiro de livre contratação

Enel Trading, Estadão Blue Studio
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24 de novembro de 2021 | 14h00

As perspectivas positivas trazidas pelo mercado livre de energia e as demandas decorrentes da crise hídrica no Brasil vêm impulsionando fortemente os negócios da Enel Trading, comercializadora de energia da Enel Brasil.

O ritmo deve continuar acelerado, por conta da crescente adesão de grandes consumidores que vislumbram no mercado livre uma alternativa atrativa para reduzir o valor da conta de energia. No primeiro semestre deste ano, os preços de longo prazo no mercado livre ficaram até 32% menores na comparação com a tarifa média das distribuidoras no chamado “mercado cativo”.

Outra vantagem oferecida pelo mercado livre às organizações que precisam fazer planejamento de longo prazo é a garantia do fornecimento e a previsibilidade dos custos – mesmo em cenários de crise hídrica, como a enfrentada atualmente pelo Brasil. O acréscimo de R$ 14,20 a cada 100 kWh consumidos, determinado pela bandeira tarifária imposta em decorrência dos riscos de racionamento de energia, atinge apenas o mercado cativo.

Já o mercado livre não está sujeito a esse tipo de instabilidade, pois os preços são definidos antecipadamente, assim como várias outras condições contratuais, incluindo prazos e índices de reajuste, negociados livremente entre o fornecedor de energia e o consumidor.

Parcerias produtivas

Lançada em junho de 2020, a Enel Trading se destaca no mercado pela solidez de pertencer a um grande grupo internacional, com ampla expertise em todos os segmentos do setor elétrico – geração, transmissão, comercialização e distribuição –, mas também pelas vantagens objetivas que oferece.

“Reforçamos a nossa capacidade de comercializar energia a preços competitivos e estamos cada vez mais próximos dos clientes”, conta o head de Comercialização e Trading, Dario Miceli. “Aumentamos nossa capilaridade com a expansão do time comercial. Já temos representantes de vendas em 16 estados, atendendo clientes em todas as regiões do País.”

A carteira de consumidores da Enel Trading no Brasil é composta por empresas de diversos setores da indústria, do varejo e de serviços. São parcerias como a estabelecida com a Lojas Renner, que vai suprir com geração eólica 100% da demanda energética de 170 lojas e do seu novo Centro de Distribuição (CD), que está em construção em Cabreúva (SP).

Isso será realizado a partir de uma usina construída e operada pela Enel Green Power (EGP), maior player em operação eólica e solar no Brasil, com 3,7 GW de projetos renováveis em operação comercial e 1,3 GW em construção. “A operação com a Enel é uma iniciativa importante entre empresas privadas para contribuir de maneira eficaz no combate às mudanças climáticas”, diz o diretor-presidente da Lojas Renner, Fabio Faccio. “Além disso, reforça o nosso propósito de atuar em linha com os critérios ESG, para alcançar a sustentabilidade ambiental, social e econômica dos negócios”, ele acrescenta.

Expansão do mercado livre

O mercado livre correspondeu a 34% do consumo total de energia elétrica no Brasil no primeiro semestre de 2021, de acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Trata-se de um incremento de três pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior.

Atualmente, apenas clientes com demanda contratada acima de 500 kW têm a possibilidade de migrar para o mercado livre – limite que pode ser atingido por comunhão de carga de fato (unidades consumidoras em áreas contíguas) ou de direito (unidades consumidoras com a mesma raiz de CNPJ e dentro do mesmo submercado, entre os quatro em que o País é dividido).

Há, no entanto, a previsão de redução gradual do patamar mínimo e consequente abertura para mais consumidores, até alcançar os residenciais. “O mercado livre é uma possibilidade sintonizada com as aspirações e as mudanças de comportamento dos consumidores, cada vez mais interessados em sustentabilidade e em liberdade de escolha e de negociação”, diz a coordenadora da equipe de Varejo da Enel Trading em São Paulo, Milene Alves Nogueira.

Outra das grandes vantagens proporcionadas pela adesão ao mercado livre por meio da Enel Trading é o incentivo à sustentabilidade. A entrada em operação das usinas da EGP tem contribuído para a companhia ampliar as suas vendas para clientes livres especiais – aqueles que precisam ou desejam comprovar que o consumo provém de fontes renováveis.

Com todo esse respaldo, a Enel Trading comercializa os certificados internacionais de energia renovável (I-REC, na sigla em inglês). Esses documentos garantem aos consumidores livres que a energia adquirida e utilizada em seus produtos e serviços é de origem renovável. Há, inclusive, a possibilidade de escolha entre as fontes disponíveis – eólica, solar ou hidrelétrica.

A Enel Trading já viabilizou a venda de mais de 5 milhões de I-RECs – cada I-REC equivale a 1 MWh de energia limpa gerada. Uma das empresas que possuem a certificação é a RHI Magnesita, líder global na indústria de refratários. Marcus Magalhães, purchasing director South America da empresa, conta que a iniciativa está alinhada aos compromissos corporativos de sustentabilidade. “Dentro desse planejamento, uma das ações feitas foi revisar nosso escopo de aquisição de energia elétrica para os próximos anos. Com os certificados I-REC, garantimos a aquisição de fontes renováveis de energia, que contribuem para redução de emissões de gases de efeito estufa e agregam mais valor a nossos produtos e serviços”, ele descreve.

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