Enel X tem as melhores estratégias para o transporte público eletrificado
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Enel X tem as melhores estratégias para o transporte público eletrificado

Maior fornecedora de soluções para ônibus elétricos do planeta, a Enel X oferece projetos sob medida, adequados às necessidades locais

Enel, Estadão Blue Studio
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22 de outubro de 2021 | 08h00

Em uma época na qual a atenção com o meio ambiente felizmente ganha cada vez mais importância, as soluções para o transporte público baseadas em ônibus elétricos oferecidas pela Enel X – divisão global de negócios do Grupo Enel destinada a fomentar a transição energética e maior fornecedora de programas de transporte público baseados em ônibus elétricos do mundo fora da China – ganham cada vez mais espaço, graças à experiência de quem gerencia e cuida de mais de 1,3 mil ônibus elétricos na América Latina.

Para se ter ideia, a Enel X é a responsável pelo programa implantado em Santiago do Chile, composto por quase 500 veículos e 268 estações de recarga, além de abrigos “inteligentes” e 13 eletroterminais, que resultou na redução de aproximadamente 70% nos custos de operação do sistema, assim como na importante colaboração para a redução dos níveis de poluição daquela metrópole, sem esquecer dos benefícios proporcionados pelos veículos mais modernos e confortáveis para os usuários. Bogotá, na Colômbia, adotou um programa similar, que começou com quase 500 ônibus elétricos e foi ampliado com mais de 400 novos veículos no início deste ano.

Com toda a experiência e o conhecimento adquiridos em operações em outros países, a Enel X está trabalhando com prefeituras, operadoras e demais autoridades na implantação de programas de transformação dos sistemas de transporte público em diversas regiões do Brasil, para ajudar as cidades a reduzirem a emissão de poluentes. A expectativa é que os primeiros projetos sejam anunciados em breve.

Estudos avançados no Brasil

Carlos Eduardo Cardoso de Souza, head da Linha de Negócios de e-Cities da Enel X, explica que a empresa está em negociações avançadas com autoridades e operadores em diversas cidades, como São Paulo, onde já existe uma lei que prevê a redução das emissões de CO2 em até dez anos. “Por conta da nova concessão, iniciada em 2019, os operadores têm essa meta em seus planos de modernização”, explica. “Devido à pandemia, esses processos sofreram atraso, mas já estão em vias de serem anunciados. A ideia é implantar cerca de 2,6 mil ônibus elétricos até 2024 na capital paulista, segundo o anúncio efetuado pelo município”, completa. Salvador (BA) é outra capital na qual a Enel X tem discutido a viabilidade de implementação do projeto de acordo com o plano de mobilidade urbana vigente.

“A gente desenha o projeto a quatro mãos, seja com o operador do município ou do estado: define a melhor tecnologia; o tipo de veículo, de bateria, de recarga; a estrutura de garagens; a plataforma para administrar toda essa estrutura de mobilidade. Nós sempre planejamos a melhor solução técnica para atender ao cidadão e, com isso, elevamos o padrão de atendimento com veículos modernos, com acessibilidade, mais seguros e confortáveis, que proporcionam melhor qualidade no serviço prestado”, detalha Souza. Para ilustrar, o executivo conta que, em Santiago, os usuários avaliavam o transporte público da cidade com nota 3, em média – em uma escala de 1 a 7 –, e hoje eles dão notas de 6 a 7 ao sistema.

Além da evolução na qualidade do transporte, a eletrificação traz importantes avanços para a cidade, com veículos mais modernos, silenciosos e, claro, que não poluem a atmosfera – a fonte de energia para abastecer os veículos é sempre renovável e certificada, seja eólica ou solar. Como referência, um ônibus comum, do tipo Padron (capaz de transportar em torno de 80 passageiros), movido a diesel, produz 118,6 toneladas de CO2 durante um ano, se rodar 250 km por dia. Assim, uma frota de mil ônibus elétricos do mesmo tipo vai deixar de produzir 118.625 toneladas de CO2 todos os anos.

Também é importante destacar que os ônibus elétricos têm custo operacional e de manutenção bastante inferiores ao dos convencionais a diesel. Tem mais: a vida útil de um ônibus elétrico hoje é estimada em 15 anos, contra uma média de 10 dos modelos com motor a combustão. Mas o principal, como destaca Carlos Eduardo Cardoso de Souza, é que todas as melhorias proporcionadas pelo sistema de ônibus elétricos estão condicionadas à manutenção da tarifa, ou seja, o objetivo é que não exista aumento no preço da passagem, e todos – usuários, cidades e, principalmente, o meio ambiente – ganham com isso.

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