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Energia fará do Brasil país-chave em 2020, diz estudo

A disponibilidade de recursos energéticos dará ao Brasil um "papel-chave" em 2025, de acordo com um estudo do Instituto de Estudos de Segurança da União Européia (ISS, na sigla em inglês) - uma agência autônoma criada pelo bloco para prestar assessoria em suas decisões de política exterior e defesa."O país é o primeiro produtor mundial de etanol e se tornará um dos maiores exportadores desse biocombustível", diz o estudo. O documento também vê com otimismo o projeto de um "Anel Energético", que em 2010 "deverá interligar campos de gás no Peru e Argentina com o Brasil, Chile e Uruguai".Segundo o ISS, a América Latina deverá observar uma maior competição por seus recursos energéticos, procurados principalmente por EUA e China.Nesse cenário, o Brasil "emerge como o maior ator regional no setor da energia", com um "papel-chave na formação do mercado energético da América do Sul". LiderançaJunto com o Brasil, o México deve ser destaque na América Latina em 2025, diz o documento. Mas, enquanto os mexicanos se aproximarão cada vez mais dos EUA, "o Brasil provavelmente se tornará um pólo econômico e político próprio" e buscará fortalecer relações com seus vizinhos, sobretudo com a Argentina.Segundo o informe, a região ainda precisa encontrar sua própria fórmula de desenvolvimento econômico e político, que deve ser algo "entre o ultraliberalismo e as tentações populista e ´narcisista-leninista´ (sic)"."Líderes como o ex-presidente chileno Ricardo Lagos e como Luis Inácio Lula da Silva, do Brasil, parecem ter encontrado esse feliz meio termo", afirma o texto.

Agencia Estado,

18 de outubro de 2006 | 20h13

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