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Eni recomeça produção em campo petrolífero da Líbia

Petrolífera italiana disse que pode atingir produção de 140 mil barris diários até final de novembro

André Lachini, da Agência Estado,

26 de setembro de 2011 | 15h53

A petrolífera italiana Eni SpA disse que a produção de petróleo na Líbia poderá atingir 140 mil barris diários até o final de novembro, mas a ausência de empreiteiros e trabalhadores estrangeiros atrasa a volta do país magrebino ao mercado do petróleo e gás natural, informou Najmi Karim, dirigente da Mellitan Oil and Gas, a joint venture da Eni na Líbia. A Eni reiniciou nesta segunda-feira, 26, a produção de petróleo no campo de Abu Attifel.

"Alguns empreiteiros estrangeiros têm tido dificuldades em mobilizar equipamentos e trabalhadores", disse Karim. Segundo ele, até agora as empresas tentam "garantir a situação de segurança" na Líbia.

As declarações de Karim deram apoio às projeções de que a volta da Líbia ao mercado de petróleo e gás natural será lenta. Em fevereiro, o país interrompeu sua produção diária de 1,6 milhão de barris de petróleo, o que levou a uma pressão sobre o mercado. Agora os especialistas discordam a respeito da velocidade da Líbia retomar sua produção e venda de hidrocarbonetos.

A Eni, maior empresa estrangeira a operar na Líbia, anunciou nesta segunda-feira o recomeço da operação do campo petrolífero de Abu Attifel. Foi a primeira vez que a empresa italiana reiniciou a produção após a queda de Muamar Kadafi no final de agosto. Karim disse que as exportações serão retomadas quando o terminal de Zueitina puder opera novamente, o que é esperado para breve.

Mas Karim afirmou que as exportações de gás natural para a Sicília através do gasoduto GreenStream deverão recomeçar em meados de novembro, ao invés da data inicial, que era meados de outubro. O GreenStream depende da produção dos campos de Wafa. Até agora a produção não foi retomada em Wafa devido à falta de trabalhadores estrangeiros, uma vez que ainda não existem condições de segurança na região. As informações são da Dow Jones.

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