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E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Entenda a queda da bolsa e alta do dólar nesta terça

É a idéia de que a situação pode piorar que provoca a reação adversa dos investidores, explica o colunista do Estadão Celso Ming

14 de agosto de 2007 | 20h36

A piora dos mercados nesta terça-feira foi provocada mais uma vez pelo temor sobre a extensão da crise do mercado imobiliário de risco nos Estados Unidos (subprime). É a idéia de que a situação pode piorar que provoca a reação adversa dos investidores, explica o colunista do Estadão Celso Ming.  Veja também:Ouça o áudio da entrevista Veja o fechamento das bolsas européias Os efeitos da crise do setor imobiliário dos EUA Wal-Mart tem lucro abaixo do esperado e reduz previsãoUBS tem lucro maior, mas faz alerta sobre turbulências Nesta terça, dois fatores aprofundaram este temor. De acordo com Ming, o primeiro deles foi o anúncio de que um fundo de investimento norte-americano suspendeu os resgates dos investidores. O problema é que este fundo era uma carteira normal, onde qualquer investidor podia colocar suas aplicações. Ou seja, diferente dos anteriores que já fecharam para resgates, este fundo não era de hedge (carteiras que buscam ativos para reduzir o risco, sem uma regulamentação definida). O segundo sinal de alerta veio do Wal-Mart, que reduziu sua projeção de lucro para este ano. Isso significa, segundo o colunista, que pelo menos esta empresa já considera o risco de contaminação de outros setores da economia, em função da crise no mercado imobiliário. "Ninguém sabe o tamanho da encrenca e isso deixa os investidores assustados", diz Ming que não faz previsões sobre o fim da crise.

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