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Entidade quer política industrial para área de petróleo

A indústria nacional de fornecedores do setor de petróleo e gás tem pela frente alguns "pontos críticos" para atender à demanda gerada pelo desenvolvimento do pré-sal no País, segundo afirmou hoje o superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Alfredo Renault, em seminário realizado na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Entre os desafios, ele citou os recursos humanos qualificados e a necessidade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, que só poderão ser enfrentados com uma política industrial setorial.

JACQUELINE FARID, Agencia Estado

09 de novembro de 2009 | 20h38

Essa política industrial, de acordo com Renault, deve incluir o "equacionamento de assimetrias tributárias" no setor, além de estímulos tributários para a cadeia de suprimentos, além do uso do marco regulatório do pré-sal como um instrumento de política industrial. Deve incluir ainda, segundo ele, o fortalecimento da engenharia nacional. De acordo com Renault, os investimentos no pré-sal no País deverão somar US$ 45 bilhões entre 2009 e 2013, sendo US$ 28 bilhões somente da Petrobras.

Ainda segundo ele, os investimentos industriais no setor de petróleo e gás no Brasil deverão somar R$ 270 bilhões entre 2009 e 2012, representando 60% dos investimentos industriais totais no período. Ele sublinhou que a maior parte dos investimentos ainda não incluem os projetos relacionados ao pré-sal.

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