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Entidades denunciam aumento da xenofobia

A rejeição aos estrangeiros preocupa órgãos oficiais da União Europeia. Na Itália, onde as restrições aos imigrantes são cada vez mais fortes, o ministro do Interior, Roberto Maroni, chegou a propor uma moratória de dois anos no acolhimento de estrangeiros de fora da Europa. A medida visa a "proteger os imigrantes já presentes na Itália dos efeitos da crise econômica". Exemplos como esse levaram três agências europeias de direitos humanos (BIDDH, Ecri e FRA) a denunciar o aumento dos casos de racismo e xenofobia na Europa, que soma a maior população de imigrantes do mundo, 70,6 milhões."Relatórios indicam o recrudescimento dos atos de violência contra imigrantes, refugiados e asilados, assim como contra minorias, como os ciganos", diz a denúncia. "A história da Europa nos lembra que, em épocas de depressão econômica, caímos tragicamente na exclusão social e na perseguição." Há ainda o risco de redução dos programas sociais que ajudam "minorias marginalizadas e imigrantes já expostos à grande precariedade".

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