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ENTREVISTA-A. Latina ganha prestígio ao sair da crise--Bird

A América Latina venceu a crise com uma recuperação forte neste ano para entrar em 2011 com um cenário promissor, mas o desafio é transformar algo cíclico em um crescimento sustentado a longo prazo, disse nesta sexta-feira o economista-chefe do Banco Mundial para a região.

MARCO AQUINO, REUTERS

17 de dezembro de 2010 | 21h12

Em entrevista à Reuters em Lima, Augusto de la Torre também afirmou que a inflação pode acelerar na região por conta do aumento de demanda, embora a pressão venha do exterior devido ao encarecimento dos alimentos.

"Há muita incerteza sobre o que vai acontecer na Europa, portanto, as projeções não podem ser tão fortes, mas acho que se fecharmos este ano com uma taxa de crescimento próxima a 6 por cento o próximo poderemos terminar com uma taxa de crescimento perto de 4,5 por cento", disse o economista.

"Esta recuperação até agora é essencialmente cíclica, o grande desafio para a região é transformar o que até agora é uma recuperação cíclica numa tendência maior de crescimento sustentado a longo prazo", acrescentou.

A recuperação da América Latina se deve basicamente à postura dos países, que responderam bem à crise com políticas fiscais prudentes e pacotes de ajuda que puderam fazer frente à crise global que emergiu em 2008 e atingiu a região e o mundo no ano passado.

Muitos dos países da região, grandes produtores de matérias-primas, também se beneficiaram dos bons preços das commodities, como metais, petróleo e alimentos, graças à forte demanda de grandes economias emergentes.

(Reportagem de Marco Aquino)

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