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ENTREVISTA-UE deve reduzir ajuda a emergente como Brasil

A União Europeia deverá reduzir sua ajuda às nações em desenvolvimento nos próximos anos, à medida que busca concentrar seus escassos recursos nos países mais necessitados do mundo, disse o comissário de ajuda da UE em entrevista.

SEBASTIAN MOFFETT, REUTERS

21 de outubro de 2011 | 09h28

Os países emergentes aparecem com destaque na lista da UE de beneficiários da ajuda de 2007 a 2013.

A Índia deveria receber cerca de 400 milhões de euros (550 milhões de dólares) durante o período, a China, cerca de 170 milhões, e o Brasil, cerca de 61 milhões. Grande parte do dinheiro é destinada a projetos relacionados ao comércio bilateral, proteção ambiental e oferta de energia.

Agora, esses países são capazes de prover para si mesmos, disse à Reuters o Comissário Europeu do Desenvolvimento, Andris Piebalgs.

"A China não vai estar na lista. O Brasil não vai estar na lista ", disse ele.

A Comissão ainda não decidiu formalmente quais países não receberão a ajuda ao desenvolvimento no período de sete anos do Orçamento a partir de 2014, mas essas três grandes economias emergentes --China, Brasil e Índia-- provavelmente não figurarão na lista, acrescentou.

A UE teria como alvo a saúde, educação, agricultura sustentável e energia limpa entre 2014 e 2020.

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