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ENTREVISTA-Wal-Mart vê lenta recuperação de negócios nos EUA

O Wal-Mart, maior varejista do mundo, vê a lenta recuperação desafiando as condições dos negócios nos Estados Unidos, enquanto a operação na Ásia "está um pouco melhor", disse nesta sexta-feira o chairman do grupo, Rob Walton.

HARRY SUHARTONO, REUTERS

02 de outubro de 2009 | 08h46

Walton espera que o Wal-Mart consiga se desvencilhar da anêmica recuperação dos EUA por meio da conquista de novos clientes e com ganho de market share no país, ao mesmo tempo em que os gastos mais sólidos de consumidores na Ásia suportam as atividades nessa região.

"Nossos negócios nos EUA são muito desafiadores neste momento... Algumas das notícias recentes sobre a economia são mais negativas do que se esperava. Nós esperamos apenas uma lenta recuperação nos EUA, nada extremamente rápido", disse Walton em entrevista à Reuters.

Apesar de ver um cenário melhor para a empresa na Ásia, o executivo disse que o Wal-Mart não tem planos imediatos de abrir lojas em mais países da região.

O grupo, que tem valor de mercado de 189 bilhões de dólares, já disse que abrirá 50 lojas na China.

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