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EPE: ação contra Jirau não deve atrasar cronograma

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, disse hoje que a ação civil pública dos Ministérios Públicos Federal e Estadual de Rondônia contra o projeto da usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO), não deverá atrasar o cronograma da usina. Segundo ele, ações na Justiça contra hidrelétricas já "são um fato corriqueiro"."É difícil encontrar uma obra de hidrelétrica que não tenha uma ação na Justiça. Foi esse o caso de Estreito (MA) e agora no Rio Madeira", disse Tolmasquim, que participa hoje da cerimônia de comemoração dos 10 anos do mercado livre de energia elétrica, em Brasília. Belo MonteMaurício Tolmasquim, afirmou que o leilão de concessão do projeto da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), deverá ser realizado em setembro do ano que vem. Segundo ele, a expectativa é de que até lá o Ibama libere a licença ambiental prévia do projeto, permitindo assim a realização da licitação."A expectativa é de que a licença saia com tranqüilidade devido à interação que está sendo feita com o Ibama", disse Tolmasquim, lembrando que o licenciamento também deverá ser facilitado pela decisão do governo de abrir mão da construção de outras hidrelétricas no Rio Xingu. Quando estiver concluída, a usina de Belo Monte terá capacidade para gerar 11 mil megawatts de energia elétrica.Os estudos técnicos e ambientais da usina de Belo Monte estão sendo desenvolvidos pela Eletrobrás em parceria com a Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Odebrecht. Mas, segundo Tolmasquim não existe nenhum compromisso dessas empresas de formarem um consórcio para participar da disputa. A Camargo Corrêa e a Odebrecht estão há meses brigando por conta das usinas do Rio Madeira.Tolmasquim participa da cerimônia de comemoração dos 10 anos do mercado livre de energia elétrica, em Brasília.

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