Equador admite atraso na criação do Banco do Sul

Lançamento do banco está previsto para o dia da abertura da Copa América

Agencia Estado

21 de junho de 2007 | 12h50

A assinatura da ata de constituição do Banco do Sul, prevista para o dia 26 de junho, em Caracas, pode ser adiada por alguns dias, segundo informou o ministro de Economia do Equador, Ricardo Patiño, nesta quarta-feira, 20.Em um ato no Ministério da Economia, Patiño explicou que alguns dos presidentes dos seis países sul-americanos envolvidos podem não estar presentes na abertura da Copa América, dia 26 de junho, quando deveria ser lançado também o Banco do Sul.Uma fonte do Ministério da Economia disse na quarta que o atraso "não está confirmado" e que o governo equatoriano espera a informação da Chancelaria.No dia 18 de junho, Patiño anunciou que os chanceleres haviam marcado para 26 de junho a assinatura da constituição do Banco do Sul, em Caracas.A criação do Banco do Sul é uma iniciativa do presidente venezuelano, Hugo Chávez, com a adesão dos governos do Brasil, Argentina, Bolívia, Equador e Paraguai.Em 22 de maio, os seis ministros de Economia se reuniram em Assunção e propuseram que o fundo inicial para a constituição do Banco seja de US$ 7 bilhões, com contribuições de cada um dos sócios correspondentes ao tamanho de sua economia.

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