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Equador dá ultimato à Petrobrás

O governo do Equador deu um ultimato para que as petroleiras que operam no País paguem uma dívida de US$ 317,4 milhões referente ao aumento de impostos sobre a produção, decretado em abril de 2006. Segundo o presidente da Petroecuador, Carlos Pareja, o Estado pode cancelar os contratos das empresas que não zerarem seus débitos até o dia 31 de outubro. De acordo com nota distribuída pela estatal, a Petrobras deve US$ 89,5 milhões em impostos dos campos Pata e Palo Azul.A estatal brasileira não comentou o assunto. A Lei 2006-42 determinou que as empresas repassassem ao governo do Equador 50% da receita extraordinária obtida com o petróleo equatoriano, ou seja, metade dos ganhos com a venda a preços acima de um determinado valor previsto em contrato. Segundo Pareja, já foram pagos US$ 493,9 milhões dos US$ 811,3 milhões devidos no período.A nota da Petroecuador indica que a Petrobras é a maior devedora, seguida pela espanhola Repsol, com dívida de US$ 77,7 milhões. Não há informações sobre os preços de referência dos contratos da estatal brasileira, mas o texto diz que, no caso da Andes Petroleum, o valor contratual é de US$ 17,79 por barril, enquanto o valor de mercado do óleo produzido pela empresa está em US$ 68,28 o barril. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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