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Equador recebe cobrança de US$ 1,6 bi na Corte de Haia

Petroleira americana exige pagamento no momento em que o governo ameaça dar calote na dívida externa

AE, Agencia Estado

06 de dezembro de 2008 | 08h57

O Equador recebeu da petroleira americana Chevron uma cobrança de US$ 1,6 bilhão. Para obter o pagamento, a empresa abriu um controvérsia na quinta-feira na Corte Permanente de Arbitragem de Haia. O caso surge no momento em que o governo equatoriano cogita de declarar moratória de uma parcela de US$ 3,8 bilhões de sua dívida externa - que totaliza US$ 10 bilhões -, e em que atua na Câmara de Comércio Internacional de Paris para deixar de pagar o financiamento de US$ 243 milhões concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção da hidrelétrica de San Francisco. Para a Chevron, o Equador rompeu o acordo estabelecido com os EUA e cometeu irregularidades em um processo judicial movido contra a Texaco - empresa sócia da estatal Petroecuador na exploração da região amazônica do país. Nesse processo, que tramita na justiça do Equador, a Texaco é apontada como responsável por danos ambientais e à saúde de comunidades indígenas do Lago Agrio. Quito pede uma indenização de US$ 27 bilhões à empresa americana.   O Equador declarou moratória em 1999, durante a pior crise bancária da sua história, o que levou o país a dolarizar sua economia em 2000. As autoridades estão conscientes de que as medidas tomadas por Correa, que será candidato a um novo mandato em abril, poderão gerar reações negativas na economia local, e, por isso, estão anunciando fontes alternativas de financiamento, vindas de novos sócios comerciais como Irã, Rússia, China ou Venezuela. var keywords = "";

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