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Ernst & Young descarta compra da Arthur Andersen

A Ernst & Young descartou a possibilidade de se unir à Arthur Andersen e afirmou que tal acordo "não é do melhor interesse" enquanto houver pendências "como a Enron e outros assuntos judiciais não resolvidos". Em comunicado, a Ernst & Young disse fez uma avaliação da união potencial e concluiu que essa possibilidade não seria do melhor interesse de seus clientes e da empresa. "Comunicamos a diretoria da Andersen a respeito da nossa decisão hoje pela manhã", completou a Ernst & Young. A Ernst & Young era uma dos Big Five que estavam considerando uma possível fusão com a Andersen, que está no centro de um escândalo contábil envolvendo a Enron. Segundo observadores do mercado, a Andersen pode pedir concordata antes de ser vendida para impedir processos de credores contra um futuro comprador. Para fazer isso, ao entrar com o pedido de concordata, a Andersen proporia uma provisão para evitar que seus credores entrem com processos contra o comprador de seus ativos. De acordo com o advogado Richard Tilton, de Nova York, especialista em processos de concordatas, "o processo que está sendo sugerido para a Andersen é viável". "É um método que muitos compradores preferem", disse o advogado. As informações são da agência Dow Jones.

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