Escolas unem gastronomia e arte

Um clichê do setor de gastronomia é que, antes de tudo - do sabor e do aroma -, se come pelos olhos. Essa tese parece ser verdadeira. Pelo menos para a Sydney Seafood School, na Austrália, e a Culinary Art School, em Tijuana, no México.

, O Estado de S.Paulo

24 de janeiro de 2011 | 00h00

A Sydney Seafood School, uma das mais renomadas escolas australianas, recrutou o premiado escultor Michael Purdy para coordenar o redesenho da sua sala de gastronomia. Vencedor por duas vezes do prêmio Sculpture by the Sea, Purdy foi considerado a escolha óbvia para coordenar a reformulação - surfista quando jovem, ele cresceu às margens da Baía de Sydney. Por conta da origem, costuma utilizar nos seus trabalho arenitos e texturas diferentes. Mas com um grande detalhe: as tonalidades são inspiradas nas cores do oceano.

O trabalho de redesenho também contou com o auxílio do artista plástico Joy Godley. Ele adicionou itens modernos à sala e decorou as paredes com pichações de receitas e ilustrações que remetem à culinária. A iluminação ficou a cargo do designer Michael McCann. Na Sydney Seafood School, ele utilizou lâmpadas de LED e se preocupou em montar um sistema de iluminação que seja estimulante e, ao mesmo tempo, forneça iluminação necessária para que as tarefas possam ser realizadas.

Já na Culinary Art School, em Tijuana, México, a aposta foi na organização e na limpeza. A preocupação do arquiteto Jorge Garcia, responsável pela obra, foi de organizar uma estrutura capaz de suportar o uso de diversos tipos de materiais ao mesmo tempo, como madeira, aço, vidro e metal. A escola tem dois prédios, o que faz com que poucas pessoas reconheçam o local como uma escola. Um terceiro prédio já está nos planos.

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