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Seqüestro no ExtraNo dia 5/7, minha irmã, Cristina, sofreu seqüestro relâmpago no Extra do Itaim Bibi, ao volante de um Fiat Idea 0 km com 7 dias de uso. Quando ia entrar no carro, ela viu outro carro com um casal abraçado, como se estivessem namorando, e foi aí que o casal e outro homem entraram no carro, mandando-a se sentar no banco do passageiro. Nervosa, ela não achava o ticket de estacionamento, e, sob ameaças, parou o carro em outra vaga. Quando a assaltante achou o ticket eles saíram, mas a catraca estava quebrada e ela teve de entregar o papel para um segurança (o ladrão ficou preocupado, achando que ele percebera o assalto). Outro carro da quadrilha os seguiu até o Shopping Butantã, onde eles sacaram dinheiro de sua conta (só não tiraram mais porque estavam com medo de ser assaltados por outra quadrilha...). Pressionada, ela explicou que era professora e financiara o carro; eles olharam os documentos, e um ainda se queixou: "Só assalto professora...". Às 20h15 o bando a deixou num terreno baldio perto da Via Anhangüera, com a CNH e as chaves do armário da escola. Cristina pegou um táxi e ligou para casa pelo celular do motorista. Fizemos BO no 15.º DP e depois fomos ao Extra a fim de registrar a ocorrência para pedir as filmagens do dia, mas o gerente se recusou a fazer o registro. Chamamos a Polícia para registrar que havíamos comunicado o fato ao mercado, mas em nenhum momento sentimos preocupação ou interesse da gerência pelo caso. MARIA CECÍLIA NASCIMENTOCapitalO Extra responde:"Mantemos controle de nossas instalações para garantir segurança e bem-estar a clientes, funcionários e vizinhos. Em ref. ao fato, a gerência fez levantamento e não encontrou indícios de que o caso tenha ocorrido no nosso estacionamento. Estamos à disposição da cliente e autoridades para ajudar no esclarecimento do fato, mas, segundo a legislação, as imagens gravadas em circuito interno são protegidas por lei e só serão entregues mediante ordem judicial."A leitora comenta:A resposta é um absurdo! Após o jornal reenviar a queixa, o Extra contatou minha irmã, que relatou tudo o que houve: a falta de segurança, o tempo que ficou no estacionamento com os bandidos, a catraca que brada, a recusa do gerente de protocolar a ocorrência e a necessidade de chamar a polícia para garantir o registro, a fim de evitar que o fato se repita e pedir que guardem as fitas. Mas continuamos indignadas. Agradeço à coluna e dou parabéns pelo trabalho. Acredito que o problema de segurança tem solução e depende apenas da conscientização de todos em não encarar esse tipo de ocorrência como um fato normal. Pão de Açúcar Campinas Reclamo da falta de higiene na seção de frios do Pão de Açúcar do bairro Cambuí, em Campinas. As funcionárias cortam e arrumam os frios usando luvas, mas não as tiram para outras atividades, não evitando assim a contaminação, objetivo das luvas. Há algum tempo elas passaram a usar espátulas para aparar as fatias de frios, mas no dia 18/8 vi uma das moças cortá-los sem usar a espátula. Perguntei se eram as que eu pedira e por que ela não usava a espátula, mas ela disse que tinha muitas bandejas de frios para fazer e não podia perder tempo. Reclamei, mas ela disse para eu falar com o fiscal, me incentivando ironicamente a reclamar e dizendo que eu tinha razão. Fiz queixa ao fiscal, que não me deu nenhuma atenção. JOSÉ CARVALHO SANTOROCampinas/SPO Pão de Açúcar responde:"Agradecemos o contato, pois o fato está em total desacordo com as normas da empresa. A gerência da loja reorientou os funcionários a estarem atentos ao padrão de excelência exigido pela rede e observarem a utilização adequada dos equipamentos e utensílios disponíveis na loja, de acordo com o manual de eficiência operacional. O cliente foi informado dos procedimentos adotados e informa estar satisfeito com o retorno."Promoção CarrefourParticipei da promoção Carrefour (Código Mágico) em que o cliente ganhava cupons e os punha contra a tevê para ver o prêmio, e ganhei dois, premiados com R$ 5 cada. Fiz a troca por dois cartões de compra nesse valor, mas ao usá-los só um tinha crédito. A caixa disse que isso acontecia muito, e o SAC prometeu resolver o caso em 3 dias. Já se passaram 10 (carta de 16/8), e nada de solução. A queixa não é pelos R$ 5, mas pela falta de respeito. ALEXANDRE HÉRCULESCapitalO Carrefour responde:"Lamentamos o atendimento, que não condiz com os padrões estabelecidos pela empresa,cujos funcionários são treinados para prestar um atendimento cordial e respeitoso aos clientes; reorientamos a equipe. A promoção Código Mágico deste ano repetiu o êxito de 2006 em todas as lojas do País. Milhões de pessoas participaram e distribuímos mais de 900 mil prêmios entre MP3 e vale-compras. Entre os ganhadores das 20 casas estavam clientes de São Paulo, Minas, Rio e Distrito Federal. O mesmo aconteceu com os 20 carros sorteados. Quanto ao problema do sr. Alexandre, ocorreu uma falha no sistema que acarretou a ausência de crédito no cartão de compras. Assim que tomamos conhecimento do fato, providenciamos o envio de um novo cartão, devidamente carregado, o qual o leitor confirma ter recebido no dia 22/8."Caso explicado Fiz uma compra no Açougue Parisiene, Rua Padre João Manoel, e vi que o telefone do SAC impresso na sacola é de celular. Dependendo da hora, uma ligação local de 5 minutos, de telefone fixo para celular, custa mais de 1 quilo de músculo bovino. É certo manter telefones celulares em SACs?PAULO MARIANO MARCONDES FERRAZCerqueira CésarO Procon responde:"O fornecedor não é obrigado a manter um SAC e pode oferecer outros meios para o cliente fazer queixas ou tirar dúvidas. O serviço de um canal de atendimento por telefone poderá ser cobrado, desde que o valor seja antes informado ao cliente. Mas entendemos que deixar disponível um número de celular para atender os clientes é uma prática abusiva, que pode ser levada ao Procon."O celular impresso nas sacolas é do dono do açougue, sr. Darce Ramalho. Ele explica que a rede é pequena e a única forma de atender os clientes é essa; ele retorna todas as ligações e aceita ligações a cobrar. Também pode ser usado o site www.parisiene.com.br. Como todos sabem que o SAC é o dono da loja, ele jamais recebeu uma queixa de mau atendimento.Produto esgotado No dia 21/7, fui ao Supermercado Dia da Lapa para comprar o leite condensado Itambé 395 gramas, anunciado a R$ 1,39, oferta válida de 19 a 25/7. Mas não havia nenhuma lata do produto e o gerente se recusou a me vender outro da mesma qualidade pelo mesmo valor. No jornal dizia que "o Dia garante a quantidade mínima de 5 unidades por loja do produto."ÉRICA CARVALHOLapaA Rede Dia responde:"Todas as lojas foram plenamente abastecidas com o produto, ao preço anunciado. Por causa da excelente aceitação pelos clientes, os produtos do estoque se esgotaram em pouco tempo."SERVIÇOProcon: Consultas e queixas: tel. 151Cadastro e pesquisas: 3824-0446Ouvidoria: 3826-1457http://www.procon.sp.gov.brIdec: (Instituto de Defesa do Consumidor)tel: 3874-2152http://www.idec.org.brInmetro: http://www.inmetro.gov.brIpem: (Instituto de Pesos e Medidas)tel. (0800) 013-05-22http:/www.ipem.sp.gov.brouvidor-ipem@ipem.sp.gov.brAndif: tel: 3106-1537http://www.andif.com.brE-mail: andit.dir@uol.com.brPro Teste: Associação Brasileira de Defesa do ConsumidorRio de Janeiro: tel/fax: (021) 3003-3828http://www.proteste.org.brE-mail: proteste@proteste.org.brP

consumi@estado.com.br, O Estadao de S.Paulo

07 de setembro de 2024 | 00h00

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