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Espaços vazios e frustração no mundo virtual

Elevadores em forma de anéis, que se movem entre edifícios que aparecem e desaparecem, dão um ar sofisticado e, ao mesmo tempo, futurista e adequado ao ambiente virtual. Esse clima hightech, pontuado por vasos ornamentados com fícus, é encontrado pelo avatar que visita a ilha criada pelo ABN Amro no ambiente do Second Life. Apesar do empenho nos detalhes, o espaço estava às moscas na manhã de quinta-feira. Não era o único. Na "ilha" Brasil, o anexo reservado ao Pan-Americano, mesmo empolgando torcidas no mundo físico na vila real do Pan, enfrentava o mesmo abandono. Em Dublin, era difícil encontrar um pub aberto para beber uma Guinness. Comprar tulipas em Amsterdã, nem pensar.Um passeio de pouco mais de duas horas com o avatar Kings Kmesley, que pertence a Abel Reis, da agência Click, confirmava o esvaziamento.Uma das razões, diz ele, talvez esteja na irregularidade dos recursos disponíveis. O avatar inglês Keira, com quem Kmesley conversou, frustrou-se ao procurar uma jaqueta na ilha Adidas e só encontrar tênis.

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