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Espanha e Alemanha animam mercado europeu

Dados da economia espanhola confirmam fim da recessão e taxa de desemprego alemã mostra economia forte

O Estado de S.Paulo

30 de novembro de 2013 | 02h14

Em meio ao feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, que reduziu o ritmo dos negócios, os mercados de ações europeus terminaram o dia em tendência positiva.

O movimento resultou de uma pontuação recorde em Wall Street na sessão de quinta-feira - combinada com a repercussão dos índices de preços ao consumidor da Alemanha e Espanha, que ficaram acima das previsões. Os dois índices reduziram os temores de deflação no bloco e a expectativa de novas medidas de estímulo à economia pelo Banco Central Europeu (BCE), em reunião marcada para a próxima semana.

O primeiro número divulgado foi o resultado final do Produto Interno Bruto (PIB) da Espanha no terceiro trimestre, que cresceu 0,1% ante o segundo trimestre e ajudou o país a sair de dois anos seguidos de recessão. A Alemanha também anunciou que a taxa de desemprego ajustada em novembro foi de 6,9%, em linha com o esperado pelos analistas, indicando que a maior economia da Europa continua forte.

Os dois países também divulgaram os índices de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês). Na Alemanha, o CPI subiu 0,2% em novembro ante outubro e 1,3% na comparação anual. Já o instituto nacional de estatística da Espanha revelou que a inflação teve alta de 0,3% em novembro na comparação com o mesmo mês do ano anterior, avançando 0,2% na comparação anual.

Para completar a série de dados, o índice de sentimento econômico da zona do euro subiu para 98,5 em novembro, atingindo o maior nível desde agosto de 2011, superando as expectativas dos analistas, que previam alta para 98.

Mercado imobiliário. No Reino Unido, o Banco da Inglaterra (BoE) divulgou o relatório de estabilidade financeira. O BoE disse que planeja retirar o apoio aos empréstimos hipotecários e pediu que os bancos concedam mais crédito para as pequenas empresas. O presidente da instituição, Mark Carney, disse estar preocupado com o mercado imobiliário e as compras especulativas.

Carney salientou que o Comitê de Política Financeira já tomou medidas cabíveis e, se necessário, vai agir para garantir que o mercado imobiliário fiscal não ameace a estabilidade financeira do país. / EDGAR MACIEL, COM DOW JONES NEWSWIRES

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