Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

'Estadão' assume liderança no impresso em meio à pandemia do coronavírus

Jornal do Grupo Estado passou a ter maior circulação impressa entre os principais jornais e também bateu recordes no digital

Redação, O Estado de S.Paulo

25 de junho de 2020 | 05h00

Em meio à pandemia de coronavírus, o Estadão viu um aumento de seu total de assinaturas digitais e bateu recordes de audiência na web em meio ao aumento da busca de informações de qualidade pela população. Além disso, em maio, o jornal atingiu uma marca importante: tornou-se a publicação líder em total de exemplares impressos em circulação entre os principais jornais do País, superando as marcas dos rivais O Globo e Folha de S. Paulo.

De acordo com dados do Instituto Verificador de Comunicação (IVC), em maio o Estadão tinha um total de 89,2 mil exemplares impressos distribuídos diariamente, ante 88,2 mil de O Globo e 70,1 mil da Folha. Durante os últimos meses, todos os jornais sofreram desafios de distribuição pelo País por causa da proliferação da pandemia do novo coronavírus.

Para o diretor executivo de mercado leitor e estratégias digitais do Grupo Estado, Leonardo Contrucci, a liderança é uma boa notícia tanto para os leitores quanto para a empresa. “O impresso atende a uma parcela de público e garante a manutenção de um ritual de consumo de notícias, que pode ser complementado nas plataformas digitais”, explica.

Do ponto de vista comercial, assumir a liderança em jornal impresso também traz vantagens, aponta Contrucci. “Tanto o valor médio da assinatura quanto o da publicidade em veículos impressos garantem um faturamento mais alto do que as mesmas vendas no digital”, diz. “Por isso, ter essa presença forte no impresso é muito importante.”

Revolução digital

Ao mesmo tempo, o Estadão mantém o forte investimento que vem sendo feito nas plataformas digitais. Nos últimos dois anos, o Grupo Estado empreendeu um trabalho interno para garantir a distribuição de seus conteúdos nas mais diversas plataformas: desktop, celular, podcast, rádio e jornal impresso. 

Nos 12 meses encerrados em maio, o total de assinaturas digitais do Estadão teve uma alta de quase 10%, chegando à marca de 150,8 mil clientes. “E isso em um cenário em que a economia não cresceu. É um testamento da renovada força do setor de jornalismo profissional como um todo”, diz Contrucci.

O resultado do trabalho digital e da credibilidade construída ao longo de 145 anos de história pelo Estadão se refletiu em um salto de audiência sem precedentes para o estadão.com.br durante a pandemia de coronavírus. “Como se trata de um assunto que pode afetar a saúde da família, as pessoas passaram a dar mais valor à qualidade da notícia. E queriam ter a certeza de que não estavam sendo impactadas por fake news.”

De fevereiro para março, a audiência nas plataformas digitais do Estadão deu um salto de 59%, com o jornal batendo sucessivos recordes de audiência. Em março, 44 milhões de visitantes únicos acessaram as plataformas do Estadão, ante 28 milhões do mês de fevereiro. “Conseguimos manter uma parte dessa audiência nos meses seguintes, o que deve acarretar um crescimento importante ao longo do ano”, diz Contrucci. 

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